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domingo, 31 de maio de 2026

O Fio da Vida

Todos os dias acordava de um sono reparador e andava para as obrigações do dia.
Aqui na colônia todos temos nossas tarefas diárias, sabemos que o estudo e o trabalho dignificam o homem.
Fazia cursos e ouvia palestras nos mais diversos temas, onde os mentores nos ensinavam sobre os mistérios da vida. Tudo planejado e calculado para cada um de acordo com seu plano de ensino e reencarnatório.
Meu plano estava descrito para mim e estava perto o dia do meu retorno a terra.
A família que me acolheria estava sendo preparada mas enfrentava problemas meus pais se desentendiam, meus avós já não sabiam como ajudar o jovem casal,  eu pouco podia ajudar, vibrava e orava a Deus para que o ambiente se transformasse.
Os amigos espirituais trabalhavam incansavelmente mas as influências negativas eram muitas. Com o esforço e dedicação meus futuros pais estavam se acertando. Eles tinham se comprometido antes de reencarnarem mas os desafios eram grandes demais.
Chegou o dia, eu estava pronto para começar a minha jornada reencarnatória todo um ambiente de amor e de paz foi preparado para que os fios da vida fossem ligados ao meu frágil corpo.
A gestação ocorreu normalmente sem intercorrências. Meus pais se amavam mas também sentiram o peso da responsabilidade.
A vida era dura, o trabalho exigia dos dois, o dinheiro era pouco e a vida seguiu seu curso.
Os meses avançavam e eu me desenvolvia forte e saudável, minha mãe conversava sempre comigo sobre as dificuldades e seus medos.
Meu pai sempre chegava nervoso e cansado batia portas e panelas, gritava. Algo em seu emprego não ia bem.
Minha mãe estava cansada a responsabilidade pesava tanto quanto a sua barriga, já não podia fazer grandes coisas somente esperava a vida seguir seu curso.
Um dia meus pais discutiram muito, muito mesmo. Ouvia-se gritos portas e janelas batendo. Os amigos espirituais tentaram interferir mas a vibração estava baixa demais.
Minha mãe começou a sentir fortes dores e eu fui desligado como se um solavanco me arrancasse o fio da vida.
Adormecido fui levado novamente à colônia meu plano reencarnatório foi brutalmente interrompido.
Meus pais se agrediam minha mãe foi hospitalizada, meu pai fugiu para não ser responsabilizado e minha família foi desfeita.
Tudo adiado para uma próxima tentativa, uma outra reencarnação com outros planos.

Essa é a minha história é como posso contribuir para este livro de pequenas histórias espero que vocês aprendam com ela.

Eleonor Sophie Timótio
Psicografado em 30/05/2026

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Aprendizagem

Sinapses, choques e impulsos elétricos que fazem com que a mente processe o que foi aprendido durante o dia e ao longo dos anos, mas é no espírito que ficam gravadas as informações. Só o espírito consegue registrar séculos de informações e aprendizados e traz consigo as experiências vividas em outras vidas.

Ciência do espírito, engenharia divina, algo que os homens ainda estão aprendendo a descobrir, tal qual uma criança que está sendo alfabetizada e tenta ler um autor acadêmico.

Estudemos, irmãos, busquemos informações que serão levadas para outras vidas.

Que Jesus os abençoe.

Psicografia : Amigo X

sábado, 23 de maio de 2026

Amor além da Vida

Valquiria corria pelos jardins do palacete, cabelos e vestido ao vento livre como sua alma. Boca e faces rosadas do sol de janeiro, o jardim lindamente cuidado e florido com rosas e camélias um lindo cenário para uma linda jovem.
A brisa de verão e o sol aqueciam o coração e a alma de Valquiria que estava apaixonada, não só por Carlos, mas também pela vida.
Eram sentimentos novos e muito intensos para uma jovem de 17 anos. Ao sabor da juventude tudo é possivel, grandioso e o amor é mágico. 
As flores são mais coloridas e o sol quente como um abraço,  tudo ganha novos contornos. Sentada em um banco, ela fazia planos de um futuro com seu amor, teriam muitos filhos, um lindo palacete para morar e cria-los, dariam belissimas festas e todos invejariam sua vida perfeita com sua familia.
Era tudo o que mais sonhava se tornando realidade.
Carlos viria mais tarde pedir sua mão  em casamento para seus pais  e em poucos meses estariam casados.
A ama de Valquiria veio chama-la para refrescar-se pois seu pretendente logo chegaria e la se foram as duas atravessando o lindo jardim com Valquiria contando seus planos de amor para o futuro que teria ao lado de Carlos.
Mais tarde, no palacete o pedido tão aguardado aconteceu, em meio a lágrimas, champagne e cumprimentos aos noivos, todos muito felizes.
Valquiria foi dormir naquele dia em estado de graça,  não poderia haver felicidade maior...
Logo começaram os preparativos para o casamento, muitos detalhes foram pensados: roupas, decoração,  comida, convidados,... um mundo de providencias a serem tomadas, tudo milimetricamente pensado para tornar o dia do SIM  perfeito.
Carlos visitava regularmente sua noiva e a enchia de carinhos e presentes  dando provas suficientes de que seria um marido incrível e atencioso.
Certo dia, ja com a data do enlace se aproximando, Carlos voltava do palacete da noiva em sua carruagem e foi abordado por ladrões na estrada.
Ele tentou se defender mas foi inútil,  caiu inerte no chão com uma facada certeira. Seus pertences de valor foram levados e Carlos fez sua passagem ali mesmo na estrada.
Valquiria quando soube da noticia enlouqueceu de dor, trancou-se no quarto por longo periodo e chorou dias a fio. Aos poucos foi definhando e entregando-se nos braços da morte.
Um dia, em delirio viu Carlos em seu quarto chorando. Pedindo perdão por não poder voltar e cumprir o combinado.  Os dois choraram muito, Valquiria dizia querer morrer também para estar ao lado de Carlos, mas ele respondia que ela era linda, jovem e que merecia viver para correr livre pelos jardins de rosas e camélias. 
Valquiria por sua vez nao queria viver, muito menos ser livre se não poderia ter seu grande amor ao seu lado.
Os amigos espirituais aplicavam passes fluidicos nos dois para que mantivessem o equilíbrio e juntos chegassem a um desfecho.
Carlos despediu-se de Valquiria prometendo amá-la de todo seu coração e jurando acompanha-la de longe e feliz, ela jurou nunca esquecê-lo e nunca mais amaria outro homem senão a Carlos.
Ele pediu que ela fosse livre como sempre foi independente de quantos amores tivesse,  ele estaria sempre por perto. E assim foi embora para a eternidade deixando somente o vazio no quarto da noiva.
Nunca mais ela foi a mesma.
Embora tenha seguido o pedido de seu grande amor, o frescor de sua alma deu lugar a melancolia e a tristeza e todas as vezes que a dor apertava o peito, corria pelo jardim para se sentir livre e viva novamente. 
Não se casou nem teve filhos, guardou luto durante anos que também lhe roubaram a juventude.
Viveu sozinha, esperando o dia em que reencontraria seu grande amor.
Deixou de viver e passou a existir.
Perdeu todas as oportunidades que a vida lhe deu, preferiu recusar tudo que poderia ser um sopro de vida para si. Morreu em vida.
Sua passagem aconteceu numa tarde fria e chuvosa, sozinha em seu quarto. Sua recuperação no mundo espiritual foi lenta e difícil  tamanho abandono de si mesmo.
Esperava encontrar Carlos que ja estava em outro estágio evolutivo e muito bem, por isso, impossibilitado de vê-la. 
Valquiria teve então uma longa jornada de aprendizado sobre amor,  aquele que não nos abandona e que nos move a grandes conquistas e nos ensina a ver a vida com os olhos do verdadeiro amor - o próprio. 
Não se encontraram, ainda não era hora,... havia muito a ser aprendido.

Irmãos aproveitem suas vidas ao máximo,  não percam experiências de aprendizado e nem tempo, pois não sabemos quando tudo pode mudar.
Tempo é preciosidade, diamante a ser lapidado. Confie em Deus e disfrute da vida e das oportunidades que lhes são oferecidas pois não sabemos quando vamos partir, então sejamos felizes agora.

Louvado seja Deus que nos une em seu amor.
Cristiano Fortunato (Fortuna)

Psicografado em 23/05/2026

domingo, 3 de maio de 2026

O Duelo

Sofrendo acordei e vi meu corpo machucado no chão. - Que horror! Que cena!

Não podia ser, terminar assim, porque?
Ele ganhou, eu perdi. Tirou - me a vida e agora, o que será de mim? Onde ele esta?
Naquele momento prometi para mim mesmo que aquilo não ficaria assim, eu me vingaria, custasse o que custasse.
Frederico pagaria caro. Se eu não podia ter minha vida ele também não teria a dele.
Tentei me levantar mas não consegui, cambaleei e cai ao lado do meu corpo inerte no chão.  Gritei por socorro mas ninguem podia me ouvir.
Nosso duelo se deu em lugar longe de tudo e de todos, eu estava só,  sentia dores e meu peito sangrava, a agonia me venceu e eu desmaiei. Ficaria ali caido por longo tempo.
*******************
Fiquei lá não sei por quanto tempo meu corpo se deteriorava e eu sentia dores de forma terrivel.
Quando me acharam eu e meu corpo ja estavamos de forma repugnante e fétidos.
Fomos enterrados em um cemitério da cidade com salvas e dor dos familiares. Eu gritava de dor ali, mas ninguém me ouvia. Todos choravam a minha perda menos meu opositor que ali estava para vangloriar sua vitória.
Frederico foi ao meu enterro, eu tentei me levantar para ter com ele mas não tinha forças.  Jurei vingança  e ela viria quando eu melhorasse, e eu melhoraria. 
Ao final todos foram embora e eu fiquei com meu sofrimento deitado na lápide fria.
Eu merecia passar por aquilo? Nao sei.
Mas sei que não ficaria assim.
Meu erro começou ali, ou recomeçou ali.
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Deitado la, olhando o céu escuro, nublado, senti raiva, muita raiva. Por que aquilo tinha acontecido comigo?
Um nobre de valores como eu, temente a deus, de boa postura, boa familia, tinha perdido tudo. Eu nao tinha mais nada.
Lá estava jogado em cima da minha lapida fria e la ficaria para a eternidade. Triste fim esse meu.
Estava só olhando o céu quando me deparo com uma figura iluminada passando por entrevos tumulos, olhei com mais atenção o que julguei ser uma assombração. A luz se movimentava como uma pessoa e parecia procurar alguém. 
A figura se deslocou até a outra ponta do cemitério e la parou, parecia ter encontrado o que procurava e se deteve por certo tempo e desapareceu como fumaça. 
Pensei estar ficando louco, mas também quem não ficaria depois de tudo o que aconteceu?
Voltei a minha reflexão.
Precisaria pensar em como sair daquela situação. Aquele seria o meu destino, morar naquela lapide fria para a eternidade? Afinal eu merecia estar naquela condição?
Dia após dia fiquei vagando pelo meu novo lar, eu sofria, tinha dores,  sangrava e entendia que aquele era meu fim.
Frederico por sua vez vivia sua vida desregrada de sempre onde mulheres e bebida eram o centro de seus dias.
Perante a sociedade era um homem influente, de relevância politica, poderoso  comerciante. Tudo certo para uma vida em sociedade, mas não para as leis divinas.
Frederico tinha amores como tinha adversários. Era conhecido pelos casos que arranjava e confusões que se metia, porém  sua posição o salvava de muitos apuros. 
Foi questão de tempo.
Eu estava em estado deplorável, esquecido pela providencia divina sofrendo a mais dificil provação que um ser pode sofrer.
E tambem foi questão de tempo.
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Frederico aos poucos foi se envolvendo em pequenas confusões,  dividas e logo encontrou quem lhe cobrasse.
Saindo do bordel foi afrontado por um senhor, alguém que lhe cobrava uma divida. Durante o confronto em uma luta corporal o destinto senhor desfere-lhe uma facada certeira da cidade.
Grande alvoroço foi causado com sua morte, uns lamentaram a perda, mas muito também comemoraram.
Seu enterro se deu no mesmo cemitério em que eu me encontrava, não sei precisar o tempo, mas quando o cortejo chegou eu fiquei curioso com as pessoas chegando e lamentando a morte do falecido.
Lá estava eu tal qual alma penada bisbilhotando o enterro alheio.
Qual nao foi minha surpresa ao ver Frederico escondido atrás de uma árvore apavorado.
Ao vê-lo  descontrolei-me, corri para pega-lo e la mesmo trocamos socos e pontapes. Minha raiva era tão grande que eu só queria matá-lo. 
Ao nosso redor figuras escuras faziam apostas e riam de nossa situação, incentivavam enquanto rolavamos no chão nos estapeando.
Do outro lado um choroso enterro acontecia, mulheres lamentavam a perda do amante, homens lamentavam a divida não paga.
Nenhum deles tinha ideia do que realmente estava acontecendo. Depois de um tempo, cansados, feridos, sangrando ficamos no chão ofegantes.
Frederico sofria dores atrozes e eu também sofria pois meu ferimento voltou a sangrar e deitados lá, no chão, estavamos finalmente em pé de igualdade. 
Ali percebi que nada daquilo adiantaria, estavamos liquidados, percebi que ninguém ganhou nada, nem ele, nem eu.
Naquele momento chorei sinceramente todas as mágoas e lamentei meu destino.
Foi ai que a luz apareceu novamente naquele cemitério, pequena como um pontinho, porém  foi ganhando força e intensidade.
Reuni minhas ultimas forças que me restavam e rastejei até lá. Conforme me aproximava a luz aumentava e cegava meus olhos até que parei  sem poder me aproximar mais.
Fiquei la deitado de olhos fechados esperando me recuperar torcendo para que tudo aquilo fosse um sonho, um maldito sonho.
- Abra os olhos Luiz! - ouvi uma voz me chamando
Eu juro que tentei mas a luz era forte demais para mim e respondi:
- Não consigo, esta forte demais irá cegar-me.
- Vamos tenha coragem, abra os olhos.
Reuni todo o vigor que ainda me restava e abri. Imerso em uma grande luz vi um homem grande, sereno, com olhos ternos e vestes longas.
- Jesus! Vieste me buscar? - perguntei surpreso. 
- Não,  não sou Jesus mas estou a serviço dele. Tenho acompanhado seu sofrimento Luiz e você tem sofrido bastante há bastante tempo.
- Quanto tempo estou aqui? Nem sei mais.
- Há pelo menos dois anos. Acho que ja é suficiente não é mesmo? Esta pronto para partir e seguir comigo?
- Ir aonde? Não lhe conheço. 
- Garanto que ficará bem, porem deves deixar tudo para trás. 
- Tudo o que? - perguntei - Não tenho mais nada, disse -me que estou aqui há dois anos, não tenho mais nada... nada me restou, tudo por conta daquele desgraçado que roubou-me a vida.
- Quando digo tudo Luiz, é inclusive o desejo de vingança por Frederico... não entendeste que ninguém ganhou? Todos perderam.
- Sim, agora ele também esta aqui sofrendo como eu sofri, achei que isso me faria feliz, que estaria vingado, mas percebo que sofro... sim, ninguém ganhou.
- Que bom que entendes isso por que para onde vamos essa vingança nao tem lugar. Lá podemos curar tuas feridas e dar-lhe o bem estar que tanto procuras. Vamos?
- Mas e quanto a Frederico?
- Tudo a seu tempo Luiz, ele terá o tempo dele,...  vamos?
Aquele anjo me estendeu a mão e fui com ele e tudo mudou.
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Ali comecei minha nova jornada.
Adormeci e acordei em uma cama limpa num lugar claro e simples. Pensei que tudo tinha sido um sonho, mas logo o anjo apareceu novamente e me mostrou o que eu ja tinha entendido, eu morri! Mas agora era tudo diferente, já não estava mais no cemitério, não sofria mais e pela primeira vez em muito tempo eu estava bem, descansado, limpo e calmo.
O anjo veio me buscar, seu nome era Dominic e ele me explicou o que eu não sabia, o que era a vida após a morte, por que sim... existe vida após a morte!
Dominic me levou para ver outras pessoas, me mostrou lugares e me ensinou o que eu nunca soube. Quanto tempo vivi na ignorância, meu Deus!
Aprendi que me relacionava com Deus de forma errada, de forma mecânica, automatica e sem emoção... como um cristão e homem de bem, mas era só.
Aqui entendi que Deus é amor, que meus erros devem ser corrigidos e que devo aprender para não errar mais, ao mesmo tempo é muito dificil esquecer tudo o que vivi e todas as injustiças que sofri.
Levei muito tempo pra entender que eu e Frederico tinhamos um a longa história de desavenças, séculos e séculos de encontros e desencontros, disputas infrutiferas que acabavam sempre no mesmo final: um matando o outro.
Todos os amigos espirituais trabalhando duro para encerrar este ciclo e sempre falhamos... era hora de parar, hora de romper com tal sofrimento. Estudei, trabalhei muito e durante longo periodo me preparei para mais uma tentativa.
Meu plano reencarnatório inclua trabalhar para instruir os irmãos, auxiliar o próximo mostrando-lhes o caminho do bem e do amor de Cristo. Eu trabalharia com afinco para guiar os mais necessitados. Trabalharia para a santa madre igreja e lá receberia toda a sorte de irmãos sofredores, aliviando-lhes as dores e usaria tudo o que aprendi aqui na colonia como forma de evoluir espiritualmente. 
E assim foi feito.

Porém essa é uma outra historia que não será contada agora pois não é o proposito deste trabalho. Por hora encerro meu relato e  agradeço a todos vocês que acompanharam os irmãos que o ódio e a vingança só levam a mais sofrimento e dor e retarda, e muito a evolução espiritual de todos.

Quero agradecer a você pela dedicação e a todos os protetores deste lar pelo suporte energetico.
Nos vemos em breve! 
Abraços fraternos.
Luiz Alcantara.
Psicografada entre Abril e Maio/2025

Sobre histórias mediunicas

Ouvir histórias nos traz a certeza, a
certeza de que o além vida existe?

Tudo que já foi dito, mostrado, séculos e
séculos de estudos, experimentos, escritos. Grandes médiuns já passaram pela Terra e não escreveram uma só linha.

Vieram com grandes missões para mudar
os rumos da ciência, das artes, da sociedade, das leis, das comunidades e também trazer grandes ensinamentos.

Os textos escritos nada mais são do que
um dos canais de comunicação que
a espiritualidade se utiliza para passar
orientações aos grupos.

Mas serve também para alento a muitos,
e por que não dizer doutrinar indivíduos
que ainda estão perdidos.

Através das histórias esperamos que
pessoas se vejam nelas e mudem
moralmente e vibracionalmente suas
vidas.

Que sirvam de exemplo, que reflitam
e impactem positivamente as vidas.
Não é um espetáculo, é uma aula,
um ensinamento que deve ser absorvido
para o dia da grande prova.

Esse trabalho amigos, é como contar
histórias a crianças astrais que necessitam de exemplos para se espelhar.

Vós também cuidam de suas crianças,
não é mesmo?

Aqui estamos nós cuidando das vossas, sob as bençãos de Deus.

Termino com amor ao trabalho desenvolvido e certo de sua importância.

Era uma vez um amigo chamado X.

Medium: Lívia
02/05/2026